Estúdio
Criativo
A gente faz marca no estado em que o sono ainda não chegou e a ideia já chegou.
A colher
que cai
Dalí pintava com uma colher na mão. Dormia segurando a colher sobre um prato. No instante em que a mão relaxava, a colher batia, ele acordava, e pintava o que tinha visto naquele segundo. Esse segundo tem nome: estado N1. A gente trabalha lá.
"O aparte"
O parêntese guarda a frase que você não conseguiria dizer no meio do parágrafo. Apague o parêntese e a oração continua de pé; apague o que está dentro, e o ponto da frase some. (NoNAP) mora nesse comentário lateral que vale mais que o texto principal.
"Onde a função roda"
identidade() sozinho não roda. identidade(empresa, mercado, cultura, tempo) roda. O parêntese é a porta por onde o argumento entra. Função sem argumento é enfeite; com os quatro lá dentro, vira sistema.
"Dois limiares"
Duas curvas, e entre elas um espaço. A primeira abre, a segunda fecha. No meio fica o estado N1, fora do raciocínio frio e fora do sonho. É o lugar onde Lina Bo Bardi desenhava cadeira pensando em árvore. A gente opera nesse meio.
A gente faz marca que continua de pé quando ninguém está lá pra defender. Em uma semana, com craft no lugar onde sempre teve, e nenhum canto cortado pelo caminho.
Mudar o que estúdio criativo significa no Brasil.
Pelo estado em que a gente trabalha, não pelo discurso que vende. Tomie Ohtake passou décadas pintando o mesmo gesto até ele virar evidência. A gente quer o mesmo: virar evidência pelo trabalho.
Estúdio Criativo.
Duas palavras, sem prefixo elegante na frente nem sufixo da moda atrás. A gente entrega marca, site, conteúdo e sistema. Em dias, não em trimestres.
Estúdio CriativoO bicho da casa
(domesticado)
Esse é o PAPÃO. Mascote editorial da casa, único integrante que não dorme. Pula férias, fica calado em reunião, dispensa sala com janela. Olha pra sua marca enquanto você lê isto.
A história dele é simples. Era o bicho debaixo da cama da sua infância. Você cresceu, ele cresceu junto e trocou o quarto de criança pela mesa do estúdio. Continuou fazendo o que sempre soube: vigiar coisa importante de madrugada.
Função na casa- Guarda a consistência da marca quando o time dorme
- Recusa kerning torto e logo esmagado
- Prefere o turno da madrugada
- Nunca pediu aumento, aceita café preto
- Cargo na carteira: Guardião de Marca, integral
torto, desproporcional, um pouco esquisito. igual quase todo mundo que faz coisa boa.
Cinco linhas duras
Frase de parede a gente também tem, mas as cinco abaixo passam toda decisão pelo crivo. Bateu nas cinco, sai. Furou em uma, volta pra mesa.
Cada cliente recebe o estado N1 do início ao fim. A gente não recicla template do projeto anterior só porque o briefing parecia.
A semana de prazo vem do método, não da pressa. A gente achou um caminho mais curto, não cortou caminho.
Você sabe o que aconteceu, o que vai acontecer e por quê. A gente fala português, deixa o slide pra quem precisa dele.
Cor, tipo e forma chegam depois. Primeiro a gente entende o terreno. Beatriz Milhazes diz que cor é decisão, não preferência. Concordamos.
O que sai daqui aguenta dez aplicações no mundo real, do story ao caminhão. Behance é consequência do trabalho, não o lugar onde a gente mira.
A gente conversa
sem cobrar
Quinze minutos no telefone, sem proposta atravessada no meio. Você descreve o problema, a gente fala se faz sentido seguir.
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